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Artefatos que podem gerar poluição nuclear são encontrados em telhado de empresa no Vale do Itajaí

Agora, os materiais serão enviados para a Comissão Nacional de Energia Nuclear, o órgão do Governo Federal responsável pelo controle do programa nuclear brasileiro e que irá analisar e fazer o descarte responsável dos objetos.

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Foto: Henrique Rodriges/Jornal O Município

Funcionários de uma empresa da cidade de Gaspar, no Vale do Itajaí, encontraram materiais radioativos enquanto subiram no telhado do estabelecimento para fazer uma manutenção. As informações são do portal O Município de Blumenau. De acordo com Henrique Rodrigues, engenheiro civil, o artefato encontrado é o Amerício 241 (AM-241), que era utilizado em para-raios antigos, mas que foi descontinuado por ser ineficiente e gerar poluição nuclear.

O fato aconteceu nesta segunda-feira (16). A ação foi realizada pela Rodrigues Preventivos, uma empresa de Brusque especializada em instalação de para-raios da região. A situação foi percebida na primeira vez que os funcionários foram até o local realizar uma manutenção. Eles encontraram os artefatos sendo utilizados em para-raios já existentes no telhado da empresa e entraram em contato com os responsáveis para avisá-los e solicitar a retirada.

Os materiais serão enviados para a Comissão Nacional de Energia Nuclear, o órgão do Governo Federal responsável pelo controle do programa nuclear brasileiro e que irá analisar e fazer o descarte responsável dos objetos.

radioativos
Henrique Rodrigues/Especial

SOBRE OS PARA-RAIOS ANTIGOS

A fabricação de para-raios radioativos no Brasil foi autorizada de 1970 até 1989 porque a literatura técnica da época indicava que os captores radioativos tinham uma eficiência maior que os convencionais. Porém, em 1989, a Comissão Nacional de Energia Nuclear, CNEN, através da Resolução No. 4/89, suspendeu a autorização para a fabricação e instalação deste tipo de captor, baseada em estudos feitos no Brasil e no exterior que demonstraram que o desempenho dos pára-raios radioativos não era superior ao dos convencionais na proteção dos edifícios, não se justificando, assim, o uso de fontes radioativas.

Contudo, a decisão da CNEN só teve efeito sobre a fabricação e a instalação de dispositivos novos. A decisão sobre a substituição dos para-raios que já estavam instalados dependia das autoridades municipais que têm poder para regulamentar as normas de edificação em cada cidade.

Fonte: O Município Blumenau

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