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Ataques de cães preocupam segurança dos leituristas da Águas de Penha

Todos os dias, esses profissionais ficam expostos a mordidas que podem causar sérias lesões físicas e psicológicas

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Pixabay/Imagem Ilustrativa

Preocupada com a segurança e o bem-estar de seus colaboradores, a Águas de Penha acaba de promover um encontro com os leituristas e representantes dos departamentos de Segurança do Trabalho e Jurídico para pensarem juntos ações efetivas para evitar ataques de cães bravos durante a jornada de trabalho. Todos os dias, esses profissionais ficam expostos a mordidas que podem causar sérias lesões físicas e psicológicas.

Além de representarem riscos de afastamento dos profissionais, os ataques podem também prejudicar o morador, que não terá a leitura do hidrômetro realizada. A concessionária considera que estes animais estão protegendo o território individual, mas seus tutores devem cuidar para que eles não prejudiquem a atividade de leitura, nem a integridade física das pessoas.

Keli Lopes Leite, analista ambiental da concessionária, explica que os profissionais da empresa recebem treinamentos e participam de palestras e cursos periodicamente que abordam o tema de prevenção contra ataques caninos, mas nem sempre é possível evitar que ocorram acidentes.

A recomendação para os proprietários de imóveis com cachorros é de que sinalizem o local com placas do tipo “Cuidado! Cão bravo”; que não deixe o animal escapar para a rua quando precisar abrir o portão; certifique-se de que o portão está bem trancado e instale o hidrômetro na caixa padrão, do lado externo do imóvel para evitar contato do cão com o leiturista.

Conforme Edinan Araújo Barbosa, supervisor de faturamento da Águas de Penha, o leiturista pode e deve se recusar a fazer a leitura se identificar riscos de acidentes devido a presença de cachorros. Conforme LEI 10.406/02 e LEI 3.688/41, o dono do animal é responsável civil e criminalmente por qualquer dano causado por ele.

Fonte: Clicsc

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