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Segurança

Bovinos clandestinos são apreendidos em ação com apoio das polícias Militar e Civil em SC

A existência de animais na propriedade fiscalizada sem a devida rastreabilidade, com brincos adulterados, representava potencial risco sanitário aos rebanhos de Santa Catarina.

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Foto: Departamento Regional de São Miguel do Oeste

O Departamento Regional de São Miguel do Oeste identificou 12 bovinos em situação irregular em posse de um produtor rural de Dionísio Cerqueira. Os animais eram de origem desconhecida, estavam com brincos fraudados e foram apreendidos em fiscalização realizada na sexta-feira, 25 de junho.

A Cidasc recebeu denúncia de forma anônima e a propriedade era investigada há cerca de três meses pela equipe da regional de São Miguel do Oeste, em parceria com o Departamento Regional da Cidasc de Blumenau. Para o sucesso da ação, foi fundamental o rápido apoio recebido pelas Polícias Militar e Civil do município de Dionísio Cerqueira, demonstrando a força e a integração das instituições públicas na faixa de fronteira.

“A manutenção dos status sanitários que conquistamos é mantido com trabalho árduo, dedicação e inteligência, mas a condição de EXCELÊNCIA em sanidade agropecuária só será mantida com a parceria entre as instituições de um Estado forte e a sociedade civil responsável”, enaltece o Gestor Regional de Defesa Agropecuária da Cidasc, o médico veterinário Ody Hess Gonçalves.

A existência de animais na propriedade fiscalizada sem a devida rastreabilidade, com brincos adulterados, representava potencial risco sanitário aos rebanhos de Santa Catarina. Além da preocupação com a sanidade dos rebanhos catarinenses, o Estado considera que animais sem origem conhecida oferecem grandes riscos à saúde pública, como presença residual de antibióticos, anti-helmínticos ou outros fármacos/substâncias proibidas no Brasil. Além disso, também podem transmitir doenças para o homem, como a brucelose e a tuberculose.

Mais de um terço do PIB catarinense está vinculado diretamente ao agronegócio, e o ingresso de animais de origem não conhecida coloca em risco a economia do Estado, pois com o ingresso de determinadas doenças, como a febre aftosa, Santa Catarina perderia seus certificados sanitários internacionais. A perda destas certificações impactaria negativamente as exportações do setor agropecuário, acarretando prejuízos socioeconômicos incalculáveis.

Fonte: Clicsc

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