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Cultura e Lazer

FG Big Wheel inaugura dia 10 de dezembro; Jota Quest vai se apresentar na live do evento

Para comemorar o início das operações da nova atração turística de Balneário Camboriú, a FG BIG Wheel vai promover uma Live com uma das bandas mais queridas do Brasil. Com 25 anos de estrada, o […]

Para comemorar o início das operações da nova atração turística de Balneário Camboriú, a FG BIG Wheel vai promover uma Live com uma das bandas mais queridas do Brasil. Com 25 anos de estrada, o Jota Quest vai fa-zer uma live no dia 10 de dezembro, dentro do complexo da roda gigante com transmissão no youtube da banda. O show na plataforma digital está progra-mado para começar às 20 horas.

A ideia de fazer uma live é para poder dividir com toda a cidade, e o Brasil esse momento tão importante para o turismo e ao mesmo tempo delicado devido à pandemia. Por isso, o quinteto de Belo Horizonte vai se apresentar sem a presença do público, mas com uma grande interação através das plata-formas digitais.

“É uma forma de podermos levar a inauguração da FG BIG WHEEL de uma forma segura a todo o grande público que vibrou tanto com a implantação do empreendimento,” comenta um dos diretores da BIG WHEEL.

A apresentação na FG BIG Wheel vai ser a live oficial de fim de ano do Jota Quest. Durante o show outras surpresas estão sendo preparadas para quem estiver curtindo de casa, pelo canal da banda mineira. O evento será 100% digital, e não será visível da praia e nem de nenhum outro local.

SOBRE A FG BIG WHEEL

A FG BIG Wheel, maior roda gigante estaiada da América Latina, estará pronta para receber o público a partir do dia 11 de dezembro. As 36 cabines vão ser abertas para proporcionar aos visitantes uma nova experiência a 82 metros acima do nível do mar. Do alto, a visão será de 360 graus de um cenário que envolve a mata atlântica, o mar, e a orla de uma das praias mais famosas do Brasil. Os ingressos estarão à venda pelo site do empreendimento nos próximos dias, ou na bilheteria do local a partir do dia 11.

As cabines, com capacidade para seis pessoas cada uma, são climati-zadas, tem wi-fi, interfonia e CFTV, e adaptas a receber cadeirantes. A volta vai durar cerca de 20 minutos e os passageiros vão curtir o passeio sentados e ainda com possibilidade de degustar um drink durante a experiência nas altu-ras.

O complexo turístico de dois andares, localizado junto ao deck da Barra Norte, conta com loja de souvenirs, café, sorveteria, drinks e um espaço para fotos para que o visitante possa levar para casa uma recordação personalizada do passeio na roda gigante de Balneário Camboriú.

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Conheça o cantor Matheus Cuelba, jovem autista que viralizou nas redes sociais

Além de tomografias e outros exames, os médicos também constaram, na época, sintomas de depressão. Junto ao resultado clínico, ele iniciou o tratamento com especialistas e as aulas de violão. “Quando saí da escola que estive por nove anos da minha vida, mudei minha terapia convencional para a terapia ABA. Muitos tópicos que trabalhei no tratamento são os pilares da carreira musical que estou desenvolvendo, como não querer fazer tudo sozinho, ouvir instruções de profissionais e não criar expectativas muito altas. Acredito que o emocional e o profissional são pontos que devem estar em equilíbrio”, diz Matheus.

Os desafios do convívio social

Ao assistir a desenvoltura do jovem músico nos vídeos publicados nas redes sociais, não se imagina os desafios que existiam no início do tratamento. De acordo com a mãe de Matheus, Cláudia Cuelbas, as sessões de terapia e as aulas de música auxiliaram no enfrentamento dos medos, que, hoje, permitem que ela comemore pequenos momentos em família.

“Quando ele começou a terapia, foi muito difícil, pois ele não queria de forma alguma, ficava emburrado e nervoso. Quem vê o Matheus agora nem acredita. A intervenção em ABA foi o que aconteceu de melhor na nossa vida porque os terapeutas são ótimos e têm muita paciência”.

Cláudia lembra que as aulas de violão, realizadas em uma escola perto de casa, eram a forma encontrada pelo jovem de expressar seus sentimentos. No quesito profissional, o professor Fabiano aponta a timidez e a falta de confiança como as principais barreiras nas primeiras aulas. Com o tempo, as conversas entre professor e aluno foram além do âmbito musical, possibilitando o crescimento e os resultados, como o vídeo viralizado.

Os sintomas no começo do tratamento foram os mesmos constatados pela psicóloga e analista comportamental do Grupo Conduzir, Larissa Aguirre. “Matheus chegou até nós por indicação de sua fonoaudióloga, que conhecia sobre a terapia ABA e sua eficácia. No início da terapia, as principais dificuldades eram de relacionamento social, de lidar com um grande sofrimento emocional e de realizar tarefas do dia a dia com independência”.

Modelo de tratamento – ABA

Há três anos, o tratamento do Matheus segue o modelo da Análise Comportamental Aplicada, conhecido pela sigla ABA – Applied Behavior Analysis. Trata-se de uma ciência usada para a compreensão do comportamento que vem sendo amplamente utilizada no atendimento a pessoas com desenvolvimento atípico, como o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). A ABA deriva do behaviorismo, que tem como finalidade o estudo do comportamento por meio científico.

De acordo com a terapeuta, as principais funções e atividades desenvolvidas pelo músico ao longo dos anos envolvem habilidades de controle financeiro, repertório de autocuidado e autonomia, tolerância em aceitar opiniões divergentes, empatia, aquisição de repertório para conversar sobre temas variados (capacidade antes exclusiva no campo da música), identificação das situações e suas consequências, autoestima, autoconfiança e atenção compartilhada. A psicóloga que acompanha o caso de Matheus comemora:

“Foi incrível ver o reconhecimento das habilidades do Matheus. É emocionante acompanhá-lo conseguindo generalizar e utilizar as habilidades aprendidas em contexto natural de maneira adequada. Nós sempre acreditamos no desenvolvimento dele, até mesmo quando para ele era difícil acreditar. E vê-lo recebendo esse carinho e reconhecimento das pessoas é muito emocionante.”

Para Matheus, a rede de apoio formada por familiares, amigos e os professores de música é o que o ajuda a realizar os sonhos e insistir em projetos profissionais. “Acho que eles foram as lanternas que iluminaram minha mente escura para novos horizontes e também aqueles que tiraram um momento da aula para ouvir meus lamentos pessoais. Tive sorte de ter uma família fantástica e de ter achado as pessoas certas para construir uma amizade verdadeira”.

Autismo de Alto Funcionamento

O Transtorno do Espectro Autista (TEA), conhecido como autismo, engloba diferentes condições e graus de dificuldade no desenvolvimento neurológico. De acordo com os dados do Center of Deseases Control and Prevention, CDC, o autismo afeta 1 a cada 54 pessoas no mundo. Assim, a estimativa é que no Brasil existam cerca de 2 milhões de autistas.

Os graus de autismo são classificados do mais leve ao mais severo. O diagnóstico proferido ao Matheus em 2014 determinou uma disfunção de Nível 1, a Síndrome de Asperger, também chamada de “autismo de alto funcionamento”, caracterizada pelo atraso na comunicação e na interação social, além do interesse restrito por temas do cotidiano, como a obsessão pela música, que o impedia de conversar e conhecer outros assuntos.

“Para dar um exemplo, seria o caso da criança que apresentou pouco ou nenhum atraso da fala em si, mas que possui dificuldade em comunicar seus sentimentos, emoções e fazer ou manter relacionamentos de amizade com seus pares”, exemplifica a mestre e doutoranda em Análise de Comportamento, coordenadora do Instituto de Pesquisa Conduzir, Renata Michel.

A especialista ainda explica que, se um indivíduo tem déficits e/ou excessos comportamentais típicos do diagnóstico, a abordagem em ABA, aplicada por um profissional capacitado, pode reverter o quadro por meio de tratamentos corretos que irão aumentar ou diminuir os sintomas, a depender do objetivo, para que sejam apresentados comportamentos mais próximos aos esperados para pessoas da mesma faixa etária.

Apesar de ainda ser tema de estudos neurológicos, já é possível afirmar que o funcionamento do cérebro dos autistas é diferente e, por isso, tem uma compreensão distinta de atividades, o que poderia explicar melhores habilidades de foco e memória visual, entre outras características:

“Não podemos afirmar que os autistas de alto funcionamento são mais propícios ao desenvolvimento de habilidades focadas, mas sim que o autista de alto funcionamento que possui QI (Quociente de Inteligência) normal ou acima da média pode desenvolver habilidades muito significativas. Apenas 1% da população total de indivíduos com TEA possui o chamado “savantismo”, que considera o desenvolvimento de habilidades extraordinárias”, explica a especialista Renata Michel.

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