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Fósseis de conodontes com 295 milhões de anos são encontrados em SC

Descoberta tem atraído pesquisadores brasileiros e estrangeiros

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Foram encontradas em Mafra, no Norte do Estado, microfósseis de conodontes, animais considerados ancestrais dos peixes atuais. Os exemplares descobertos no local de pesquisas da Universidade do Contestado (UnC) atraíram o interesse de diversos pesquisadores brasileiros e até estrangeiros.

Os conodontes estão extintos, mas existiram há aproximadamente 295 milhões de anos em Santa Catarina. Atualmente, os estudos sobre esses animais possibilitam entender o clima e a biogeografia dos oceanos na Era Paleozoica, além de funcionar como uma importante ferramenta na datação de rochas sedimentares e na indústria do petróleo.

Ancestrais dos peixes atuais, os conodentes são classificados como cordados primitivos, vertebrados e ágnatos. Muito possivelmente eram presas das diversas espécies de peixes que existiam no grande mar que cobria a região naquele tempo. 

Morfologicamente, eles eram muito parecidos com as enguias atuais, possuíam corpo alongado e tinham simetria bilateral. Estima-se que seus corpos tinham entre 2 e 3 milímetros de largura e 40 milímetros de comprimento, apresentavam barbatanas, olhos e dentes. São os dentes que formam os vestígios mais encontrados na região por serem estruturas mais resistentes.

Fósseis na região de Mafra

Conforme o coordenador do Centro Paleontológico, Dr. Luiz Carlos Weinschütz e o professor Everton Wilner, ambos da UnC, exemplares de conodontes já eram conhecidos desde 1908 (antes mesmo de Mafra existir), mas as pesquisas foram intensificadas desde 1990, quando foi criado o Centro Paleontológico da Universidade do Contestado.

— Podemos destacar a ocorrência de 5 a 6 espécies de peixes paleoniscídeos, pelo menos uma espécie de tubarão, várias espécies de braquiópodes, esponja marinha, muitos insetos, amonites, fragmentos vegetais, microfósseis, entre outros.

— A diversidade nos dá evidências de como seria a geografia e clima da região. Hoje uma das hipóteses é que na região existia um corpo d’água (grande mar continental) com pouca oxigenação, que ocupava áreas baixas e até possivelmente estruturas canalizadas tipo fiordes originados pela movimentação de geleiras deste período glacial — explicam os pesquisadores.

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