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Segurança

Idosa em situação análogo à escravidão é resgatada após 72 no RJ

Quando a mulher foi resgatada, ela trabalhava como cuidadora da dona da casa e dormia em um sofá

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Uma mulher de 84 anos, que passou 72 anos em situação de exploração no Rio de Janeiro é o caso mais longo de situação análoga à escravidão registrado no Brasil, segundo o Ministério do Trabalho. Ela foi resgatada há dois meses, após uma denúncia anônima. Segundo o órgão, a idosa passou a vida inteira trabalhando para a mesma família sem receber salários nem benefícios. O órgão alerta que casos como o dela, 134 anos após a Abolição da Escravatura, não são raros.

“Ela não tem a noção que ela foi escravizada. Ela não tem. Ela não tem noção alguma disso”, afirmou Cristiane Lessa, assistente social e diretora do centro de recepção de idosos onde a mulher está abrigada. A idosa, que não teve a identidade revelada para preservá-la, está aos cuidados da Prefeitura do Rio desde 15 de março, quando foi resgatada. Ela não casou, não teve filhos e perdeu o contato com os familiares.

Quando a mulher foi resgatada, ela trabalhava como cuidadora da dona da casa e dormia em um sofá, na entrada do quarto principal. Uma denúncia levou o Ministério do Trabalho até a casa, na Zona Norte da capital fluminense.

“Essa senhora, que os empregadores alegam que é da família — e não é —, fica absolutamente submissa. O empregador que fala por ela. Qualquer resposta que a gente solicita dela, é o empregador que responde. Os documentos dela não estão de posse dela mesma. O empregador que tem esses documentos”, contou Alexandre Lyra, auditor fiscal do trabalho.

Ela também não possuía telefone e que os parentes só conseguiam contato ligando para um dos empregadores, que atendia ao telefone raramente. A idosa possuía aposentadoria, mas o cartão e a senha estavam com o empregador.

A partir dos depoimentos e levantamento de informações após a inspeção, os auditores entenderam que estava caracterizado o trabalho análogo ao de escravo. Os empregadores foram alertados que a idosa precisaria ser afastada do ambiente de trabalho, ter a carteira assinada e que deveriam ser pagas as verbas rescisórias devidas no prazo de 10 dias e de outras pertinentes providências.

Fonte: Clicsc

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