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Itamaraty confirma morte de soldado brasileiro que lutava na Ucrânia como voluntário

Ele chegou à Ucrânia no final de fevereiro pela fronteira com a Polônia

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O governo brasileiro confirmou, na quinta-feira (09), a morte do brasileiro André Luis Hack Bahi, que estava na guerra da Ucrânia contra a Rússia como voluntário. Em nota, o Itamaraty informou ter recebido a informação sobre o falecimento da Embaixada do Brasil em Kiev. Bahi, de 43 anos, seria o primeiro soldado brasileiro a perder a vida em combate durante a guerra.

O Itamaraty, que demorou três dias para confirmar a morte, informou nesta quinta que o brasileiro morreu “em decorrência do conflito” em território ucraniano. E destaca que mantém contato com os familiares para prestar “toda assistência cabível, em conformidade com os tratados internacionais vigentes e com a legislação local”.

“Assim como tem feito desde o começo do conflito, o Itamaraty continua a desaconselhar enfaticamente deslocamentos de brasileiros à Ucrânia, enquanto não houver condições de segurança suficientes no país”, enfatiza o órgão no comunicado.

Nascido em Porto Alegre e criado em Eldorado do Sul, no Rio Grande do Sul, ele chegou à Ucrânia no final de fevereiro pela fronteira com a Polônia, tendo ido até lá pagando a passagem do próprio bolso. Antes de ir para a Ucrânia ele esteve em Portugal, vindo de Fortaleza, onde morava.

Segundo a família, um soldado português testemunhou quando Hack Bahi foi alvejado

Por já ter experiência de combate, além de ter servido e trabalhado como segurança privado no Brasil, ele já tinha feito parte da Legião Estrangeira da França —, rapidamente passou a integrar as Forças Especiais do Exército ucraniano, ao lado de outros dois brasileiros, Leanderson Paulino e André Kirvaitis.

Em entrevista, Jamille Salati, mãe de dois filhos de Hack Bahi, contou que ele sonhava em participar de confrontos militares e fantasiava morrer no campo de batalha:

— Ele sempre teve esse sonho. Gostava muito de ver o filme “O resgate do soldado Ryan” e dizia que o seu sonho era ir para a guerra, lutar e morrer como herói — afirmou Salati. — Eu achava um delírio. Como ele podia pensar uma coisa dessas?

Salati e Hack Bahi tiveram dois filhos, Leonardo, de 14 anos, e Manuelle, de 9. Eles se conheceram em Eldorado do Sul, na região metropolitana de Porto Alegre, há 19 anos, e se separaram há 9. Ele ainda teve outra filha, Álexyà, de dois anos, com sua atual esposa, que vive em Fortaleza, onde ele também morava antes de ir para a Ucrânia, passando por Portugal.

Fonte: Clicsc

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