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Mais de 2,1 mil presos começam a receber treinamento para trabalhar na indústria têxtil

O treinamento ocorre no Complexo Penitenciário de Chapecó, Penitenciária Sul, em Criciúma, Penitenciária Industrial de São Cristóvão do Sul, Complexo Penitenciário do Vale do Itajaí e UPA de São Miguel do Oeste.

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Foto: Divulgação / SAP

Mais de 2,1 mil apenados começaram nesta segunda-feira, 23, a frequentar os cursos profissionalizantes para atuar na indústria têxtil que está sendo implantada no sistema prisional catarinense. A capacitação ministrada pelo Senai é preparatória para a ativação das linhas de produção que estão sendo montadas nestas unidades. Ao longo dos próximos 90 dias, os internos receberão treinamento para atuar nas áreas de corte industrial, costura, serigrafia, logística e manutenção de máquinas.

O convênio entre Governo do Estado e Senai foi assinado pelo governador Carlos Moisés, no último dia 9. O investimento do Governo na ação, incluindo a construção de galpões e a compra do maquinário, supera os R$ 30 milhões.

O treinamento ocorre no Complexo Penitenciário de Chapecó, Penitenciária Sul, em Criciúma, Penitenciária Industrial de São Cristóvão do Sul, Complexo Penitenciário do Vale do Itajaí e UPA de São Miguel do Oeste.

O secretário da Administração Prisional e Socioeducativa, Leandro Lima, acompanhou o início das atividades em Criciúma e destacou a importância do projeto. “Ao todo vamos gerar cerca de 1,6 mil novas vagas de trabalho qualificado para os apenados, que serão pagos pelo exercício da atividade, sendo que 25% do salário retorna para o Fundo Rotativo da unidade prisional a título de indenização. Também estão sendo construídos 18 galpões industriais para abrigar as linhas de produção. Desta forma com treinamento e infraestrutura adequadas poderemos oferecer produtos de qualidade como, por exemplo, uniformes escolares tanto para a rede pública estadual ou municipal”, destacou.

O aumento da oferta de vagas de trabalho tem dois importantes objetivos. O primeiro deles é a possibilidade de reabilitação social e econômica dos internos, com a oferta de treinamento para atuar em atividade qualificada e identificada com a região. Outro fator importante é que 25% do salário retornam para o Fundo Rotativo e o valor arrecadado é totalmente reinvestido na unidade, em obras de infraestrutura ou aquisição de equipamentos para a implantação de novas oficinas. Além disso, o trabalho é uma estratégia de segurança prisional.

Fonte: Clicsc

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