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Segurança

Operação ‘Farinha Pouca’ da PF combate fraudes de R$ 100 mil no Auxílio Emergencial em SC

Fraude consistia em se cadastrar no programa usando o nome de outra pessoa e assim obter o benefício

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Na manhã desta quinta-feira (30) a Polícia Federal deflagrou a operação Farinha Pouca, que visa combater fraudes no recebimento do benefício de auxílio emergencial, criado em razão da crise de saúde pública causada pela pandemia de Covid-19. A investigação teve início em abril de 2021 a partir de informações encaminhadas pela Base Nacional de Fraudes ao Auxílio Emergencial – BNFAE, uma força tarefa firmada entre a Polícia Federal e Caixa Econômica Federal. A força tarefa identificou que indivíduos suspeitos estariam praticando fraudes para obter o benefício assistencial com os nomes e dados de terceiros, a partir da cidade de Joinville.

A fraude consistia em se cadastrar no programa usando o nome de outra pessoa e assim obter o benefício. Depois, ainda se passando pelo terceiro beneficiado, usar os valores obtidos no auxílio emergencial para pagar contas no comércio local. A conta Auxílio Emergencial, gerenciada pela Caixa, dá a possibilidade pagamento em “máquinas de cartão” do tipo que se encontra em qualquer loja ou mercado, bem como o pagamento de boletos e transferências em lotéricas e bancos. Assim, os infratores se aproveitavam da facilidade de uso da conta Auxílio Emergencial, para obter benefícios em prejuízo da população.

Foram cumpridas buscas em cinco endereços residenciais dos suspeitos, onde foram apreendidos dispositivos eletrônicos e de armazenamento, os quais, mediante autorização judicial, serão analisados a fim de obter mais elementos de prova do crime ocorrido e eventuais suspeitos ainda não identificados. O prejuízo causado pelos infratores, durante os três 03 meses de atuação na fraude, é estimado em mais de R$ 100.000,00 (cem mil reais). O inquérito policial segue em curso e os investigados poderão ser indiciados pela prática dos crimes de furto qualificado mediante fraude e de falsificação de documento público, cujas penas máximas somadas podem chegar a 14 anos de prisão.

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