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Segurança

Polícia investiga se Lázaro era jagunço de fazendeiros; ele tinha R$ 4 mil no bolso

Lázaro trocou de roupas várias vezes e, ao ser morto, estava com cerca de R$ 4,4 mil no bolso

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Após a morte do homem mais procurado do Brasil nos últimos dias, Lázaro Barbosa, de 32 anos, ganhou força as teorias de que o assassino, denominado como ‘Serial Killer de Brasília’, era na verdade jagunço e matava pessoas sob comando de fazendeiros. Agora, a Polícia Civil de Goiás começa os trabalhos de investigação. Na manhã desta segunda-feira (28), ele foi encontrado em uma fazenda onde teria trocado tiros com a polícia.

Depois da morte ser confirmada e anunciada pelas autoridades, a ex-esposa e ex-sogra de Lázaro foram levadas para delegacia para prestar depoimento. Segundo o secretário de Segurança Pública de Goiás, Rodney Miranda, o acusado trocou de roupas várias vezes e, ao ser morto, estava com cerca de R$ 4,4 mil no bolso.

Está caindo por terra a ideia de que ele [Lázaro] era um lobo solitário”, disse o secretário. Segundo ele, a Polícia Civil já está investigando a suspeita de que Lázaro agia como matador de aluguel e contou com o auxílio de pessoas que não queriam que ele fosse preso. Ao todo, foram 20 dias de fuga. Uma caçada que mobilizou quase 300 policiais, helicópteros, drones, cães e uma grande força-tarefa.

Ligação com dono de chácara

O principal alvo da apuração da suposta ligação de Lázaro com matadores é, de acordo com Miranda, o dono de uma chácara onde o fugitivo chegou a se esconder e obter alimentos. O fazendeiro Elmi Caetano Evangelista, de 74 anos, foi preso na última quinta-feira (24). O caseiro Alain de Santana, de 33 anos, também havia sido preso, mas foi solto pela Justiça nesta sexta-feira (25). “O empresário [chacareiro] que está preso é um dos líderes da organização”, disse o secretário, afastando a tese de que Lázaro atuava sozinho.

“Mais para frente, quando a investigação estiver finalizada, colocaremos [todas as informações] para vocês. Mas já há uma linha de apuração. Uma das coisas [hipóteses] é de que ele [Lázaro] atuava como jagunço ou segurança para algumas pessoas”, afirmou o secretário estadual, declarando que a suposta organização pode estar envolvida com crimes como latrocínio e assassinatos nos quais Lázaro pode ter participação.

Por outro lado, o advogado Ilvan Silva Barbosa, que defende o fazendeiro, negou que ele tenha qualquer ligação com Lázaro. “O caseiro fala que, provavelmente, pode ter visto uma pessoa parecida com o Lázaro. Já o proprietário disse que nunca o viu e não tem contato nenhum com Lázaro”, disse.

Captura e morte

Lázaro foi surpreendido por policiais quando chegava à casa de sua ex-sogra, na zona rural de Águas Lindas (GO), a cerca de 50 quilômetros de Brasília. “Ele foi para encontrar com ela. Nós já estávamos monitorando, tentamos pegá-lo no momento [em que ele se aproximou], mas ele chegou a ameaçar alguns policiais”, contou Miranda, explicando que após ser cercado, Lázaro trocou tiros com os policiais e foi baleado.

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