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Policial Civil assassinada em Itapema é velada em Lages

Karla Silva de Sá Lopes, 28 anos, foi morta na quarta-feira, 5. O marido confessou informalmente o crime e está preso preventivamente

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Nesta sexta-feira, 8, está sendo velado o corpo da policial civil catarinense Karla Silva de Sá Lopes, de 28 anos, que foi assassinada pelo marido na última quarta-feira, 6, em Balneário Camboriú. Ele confessou o crime, após investigações feitas pela DIC de Balneário Camboriú, com apoio da Delegacia de Desaparecidos (DPPD) e do 12º Batalhão de Polícia Militar de Itapema.

A policial foi dada como desaparecida no dia 6 de dezembro, após ter saído de sua residência para caminha, como fazia habitualmente, mas não retornar. Após interrogatório, o marido acabou confessando o crime e apontou a localização do corpo. O IGP auxiliou, nesta oportunidade, igualmente.

Mãe de Cauã e policial civil devota, Karla Silva de Sá Lopes teve sua trajetória na instituição interrompida prematuramente. O velório começou 13h, na Capela São Benedito, no bairro Rita, em Lages. O sepultamento será no Cemitério do Bairro da Penha – também em Lages. O horário ainda não foi definido.

O policial militar da reserva Luis Fernando  Palhano Lopes, 52 anos, será indiciado por feminicídio e ocultação de cadáver. Ele confessou informalmente ter matado a mulher Karla Silva de Sá Lopes, 28 anos, ao comandante da PM (Polícia Militar) de Itapema, capitão Geraldo Rodrigues. A Justiça decretou a prisão preventiva. Ele ficará detido no 12º Batalhão em Balneário Camboriú.

O delegado Vicente Soares e o  Tenente-Coronel Evaldo Hoffmann falaram sobre o crime e o relacionamento do casal em uma coletiva na manhã desta sexta-feira, 8, em Balneário Camboriú. Segundo eles, o casal morava em Lages, na Serra Catarinense, e veio para Itapema em 2013 após Luis ter ingressado na reserva após 30 anos de serviço na coorporação.

De acordo com Vicente Soares, Luis confessou o crime informalmente, mas não há dúvidas que foi ele, já que todos os indícios e  provas levantadas não deixam dúvidas em relação a autoria do crime. Luis já tinha histórico de violência doméstica. Segundo Soares, ele tem mais de um registro relacionados a uma ex-mulher. 

Entenda o caso

Na quarta-feira, 6, Luis denunciou o desaparecimento de Karla para a central 190 da Polícia Militar. Ele informou que ela havia saído para caminhar pela manhã e não havia retornado. A ligação ocorrreu às 13h30. Após essa ligação, ele divulgou a imagem da esposa pedindo informações sobre o paradeiro em grupos de Watts App e outras redes sociais. Naquela noite ele ainda conversou com a reportagem do portal Visor Notícias, via telefone. Na conversa, repetiu a mesma versão dada ao serviço 190.

A reviravolta no caso ocorreu na quinta-feira, 8, quando Luis se apresentou espontaneamente no quartel da PM de Itapema. Ele confessou o crime e entregou a arma ao capitão Geraldo Rodrigues. De lá, apontou o local onde havia ocultado o corpo da vítima na praia de Taquaras, em Balneário Camboriú.

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