keyboard_backspace

Página Inicial

Brasil

Próximos sete dias devem ser de chuva, ventos fortes e mar agitado em Santa Catarina

A previsão do tempo aponta a presença de uma massa de ar frio que deve guiar o tempo pelos próximos sete dias nos estados do Sul do Brasil. Segundo o site especializado em previsão do […]

X
Pixabay/Imagem Ilustrativa

A previsão do tempo aponta a presença de uma massa de ar frio que deve guiar o tempo pelos próximos sete dias nos estados do Sul do Brasil. Segundo o site especializado em previsão do tempo, Metsul, os próximos sete dias deve ser de muita chuva no Norte Gaúcho, no Paraná e nas áreas costeiras e Nordeste catarinense.

Para Santa Catarina, a previsão do tempo divulgada pela Defesa Civil do Estado já aponta para chuva a partir desta sexta-feira (30) na Grande Florianópolis, Vale do Itajaí, Litoral e Planalto Norte. Além disso, a previsão é para rajadas de vendo de até 65kmh/h. As condições apontadas para esta sexta deve durar até o próximo domingo (01).

Condições de vento e mar

A sexta-feira (30) é marcada por ventos de até 65km/h nas áreas da Grande Florianópolis ao Litoral Norte. O mar deve registrar, nessas localidades, ondas com altura de até 2,5 metros.

Fonte: Clicsc

Brasil

Auxílio emergencial e criptomoedas deverão ser declarados no Imposto de Renda

Saques emergenciais do FGTS também precisarão ser informados

Brasil

Bolsonaro sobrevoa cheias no Acre e anuncia medidas de socorro

Governo vai liberar FGTS para famílias atingidas

Brasil

MPF quer que Anvisa e Inmetro fiscalizem eficiência dos termômetros digitais infravermelhos

Segundo o que foi apurado, não há controle da eficiência desses termômetros.

Brasil

Enem será reaplicado terça e quarta-feira

Exame será feito para quem teve prova cancelada por covid-19

Mais notícias

Brasil

Auxílio emergencial e criptomoedas deverão ser declarados no Imposto de Renda

Saques emergenciais do FGTS também precisarão ser informados

coronavirus

Começa distribuição de 3,2 milhões de doses da vacina contra covid-19

Chegada de mais imunizantes permitirá ampliar grupos prioritários