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Rozalba Grimme matou grávida com tijoladas e cortes de estilete para roubar bebê

Julgamento acontece nesta quarta-feira (24), em Tijucas

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O laudo do Instituto Geral de Perícias (IGP), indicou que Flávia Godinho Mafra, de 24 anos, que foi brutalmente assassinada, em Canelinha, morreu em decorrência dos cortes feitos com estilete no abdômen. Antes, ela foi atingida por golpes na cabeça com tijoladas. Na sequência, a autora do crime, cortou a barriga da gestante de 36 semanas, para retirar a bebê, que acabou sofrendo cortes nas costas. A criança segue internada no Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis. Já se passou 1 ano e 3 meses desse crime chocante que chocou o Brasil. Nesta quarta-feira (24), Rozalba Grimme, acusada de matar a gestante, está sendo julgada em Tijucas, na Câmara de Vereadores.

Nas primeiras horas do julgamento familiares da vítima se apresentaram na Câmara de Vereadores de Tijucas, na Grande Florianópolis, com cartazes pedindo justiça. Os familiares da vítima foram os primeiros a chegarem, junto com a Polícia Militar, que faz a segurança do local e advogados. Por volta das 8h40 a acusada, Rozalba Maria Grime, também chegou à Câmara de Vereadores. No período da tarde, após o intervalo para almoço dos jurados, o júri foi retomado. A sexta testemunha a ser ouvida é o marido da vítima a pai da criança. Ele disse que a filha ainda não tem noção do que aconteceu com a mãe dela.

O caso

Flávia foi encontrada morta em uma cerâmica abandonada no bairro Porto Galera, em Canelinha, região do Vale do Rio Tijucas, na manhã de sexta-feira (28). A autora, que planejou por meses o crime, matou a amiga, retirou a bebê, seguiu para o hospital e alegou ter ganhado a criança de parto normal, dentro do carro. Os médicos suspeitaram e o caso foi então descoberto. De acordo com o delegado Paulo Alexandre Freyesleben e Silva, a mulher não demonstrou nenhum arrependimento durante depoimento. O fato até deixou os policiais chocados pela frieza.

O planejamento do crime ocorreu durante meses e teve início após a autora sofrer um aborto em janeiro. Desde então, começou a sondar gestantes na região. O plano era retirar a bebê de Flávia e seguir com a criança, como se nada tivesse acontecido. A assassina chegou até a compartilhar nas redes sociais a foto do desaparecimento da própria amiga, isso horas depois de ter matado ela. Essa frieza também revoltou moradores de Canelinha e milhares de internautas. Ela foi indiciada por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver e também vai responder por lesão corporal gravíssima, pelos ferimentos no bebê.

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