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Justiça condena integrantes de organização que traficava maconha e haxixe em SC

Integrantes de uma organização criminosa responsável pelo tráfico de drogas interestadual, investigados no âmbito da Operação Peito de Aço, realizada em fevereiro deste ano pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco/SC), […]

Integrantes de uma organização criminosa responsável pelo tráfico de drogas interestadual, investigados no âmbito da Operação Peito de Aço, realizada em fevereiro deste ano pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco/SC), foram condenados nesta semana pela Vara Criminal da comarca de São Miguel do Oeste, no Extremo-Oeste catarinense. As penas, somadas, alcançaram 149 anos, quatro meses e 17 dias de reclusão.

O chefe da quadrilha recebeu a maior reprimenda, com pena de 34 anos, dois meses e 12 dias de reclusão.  De 15 acusados, 11 foram apenados e apenas quatro conseguiram comprovar inocência no transcurso da ação penal. O grupo ainda foi condenado ao pagamento de multas, cujo montante atingiu R$665.361,06 mais correção.

Todos responderam pelos crimes de associação para o tráfico interestadual de drogas, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e ocultação de bens, coação no curso do processo e porte ilegal de armas e munições. Ainda cabe recurso da decisão.

O crime

De acordo com informações levantadas nos autos, o grupo formado por motoristas e transportadores utilizava fundos falsos em carregamentos de grãos, dos quais eram responsáveis, para esconder e transportar maconha e haxixe. A origem eram as cidades de Ponta Porã e Aral Moreira, no Mato Grosso do Sul, e as entregas ocorriam em Campos Novos, Joaçaba e Curitiba/PR. Em três abordagens, a polícia apreendeu mais de 1,1 tonelada da droga. Os crimes ocorriam desde o segundo semestre de 2019.

Durante as investigações, foram apreendidos também uma motocicleta, um caminhão-trator ¿cavalo¿, quatro carros e dois semirreboques. O juiz Márcio Cristofoli, titular da Vara Criminal da comarca de São Miguel do Oeste, determinou a indisponibilidade de bens de todos os veículos, que irão a leilão. O montante, avaliado em mais de R$1 milhão, será revertido para a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas. Esta foi a terceira sentença sobre o caso, proferida na comarca. Há ainda outros processos em tramitação nas comarcas de Maringá/PR e Campos Novos/SC.

Integrantes de uma organização criminosa responsável pelo tráfico de drogas interestadual, investigados no âmbito da Operação Peito de Aço, realizada em fevereiro deste ano pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco/SC), foram condenados nesta semana pela Vara Criminal da comarca de São Miguel do Oeste, no Extremo-Oeste catarinense. As penas, somadas, alcançaram 149 anos, quatro meses e 17 dias de reclusão.

O chefe da quadrilha recebeu a maior reprimenda, com pena de 34 anos, dois meses e 12 dias de reclusão.  De 15 acusados, 11 foram apenados e apenas quatro conseguiram comprovar inocência no transcurso da ação penal. O grupo ainda foi condenado ao pagamento de multas, cujo montante atingiu R$665.361,06 mais correção.

Todos responderam pelos crimes de associação para o tráfico interestadual de drogas, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e ocultação de bens, coação no curso do processo e porte ilegal de armas e munições. Ainda cabe recurso da decisão.

O crime

De acordo com informações levantadas nos autos, o grupo formado por motoristas e transportadores utilizava fundos falsos em carregamentos de grãos, dos quais eram responsáveis, para esconder e transportar maconha e haxixe. A origem eram as cidades de Ponta Porã e Aral Moreira, no Mato Grosso do Sul, e as entregas ocorriam em Campos Novos, Joaçaba e Curitiba/PR. Em três abordagens, a polícia apreendeu mais de 1,1 tonelada da droga. Os crimes ocorriam desde o segundo semestre de 2019.

Durante as investigações, foram apreendidos também uma motocicleta, um caminhão-trator ¿cavalo¿, quatro carros e dois semirreboques. O juiz Márcio Cristofoli, titular da Vara Criminal da comarca de São Miguel do Oeste, determinou a indisponibilidade de bens de todos os veículos, que irão a leilão. O montante, avaliado em mais de R$1 milhão, será revertido para a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas. Esta foi a terceira sentença sobre o caso, proferida na comarca. Há ainda outros processos em tramitação nas comarcas de Maringá/PR e Campos Novos/SC.

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