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Segurança

Vídeo: Acusada de matar grávida para roubar bebê chega no julgamento

Com uniforme do presídio, Rozalba Grimme chegou de cabeça baixa no julgamento e cercada por policiais

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Rozalba Grimme, acusada de assassinar a grávida Flávia Godinho Mafra, em Canelinha, chegou ao julgamento, que acontece nesta quarta-feira (24), na Câmara de Vereadores de Tijucas. Usando o uniforme do presídio, ela saiu da viatura acompanhada pelas equipes do Sistema Prisional. Os advogados de defesa colocaram nela uma calça preta e uma camiseta cor de rosa para aguardar o juiz chamar para o depoimento.  O momento, que ela chega na Câmara de Vereadores, foi registrado pelo jornal O Município.  

Vídeo: Bárbara Sales/O Município/ Reprodução

O julgamento começou por volta das 8h30. No local estão familiares e amigos de Flávia. No julgamento foram autorizados apenas os pais e o viúvo de Flávia a ficar para acompanhar no plenário. Um forte esquema de segurança foi montado no local. O caso teve grande destaque no Brasil e em jornais de outros países. Flávia foi brutalmente assassinada por Rozalba, que ainda roubou o bebê da vítima.

A previsão é que o júri aconteça durante todo o dia. Não há, porém, um horário definido para o término da audiência. Ao menos 16 testemunhas devem ser ouvidas, além da acusada pelo crime. Após as falas da defesa e acusação, os jurados votam em uma sala secreta e o juiz profere a sentença.

O crime aconteceu no dia 27 de agosto de 2020. A acusada teria atraído Flávia Godinho Mafra, de 24 anos, para um chá de bebê “surpresa” e a levado até uma cerâmica abandonada da cidade, onde a golpeou com um tijolo e retirou a criança do ventre dela. A vítima só foi encontrada no dia seguinte (28), com o ventre aberto e sem o bebê. Ela estava grávida de 36 semanas.

De acordo com a denúncia do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), o objetivo da ré era pegar o bebê e criá-lo como se fosse seu filho. Depois do crime, ela teria ido até o hospital, com a criança, e alegado que teve um parto de emergência. A mulher será julgada por seis crimes, de acordo com o MP: homicídio qualificado (feminicídio) contra a mãe da criança; tentativa de homicídio qualificado contra o bebê; ocultação de cadáver; dar parto alheio como próprio; subtrair o bebê da mãe; e induzir o juiz ou perito ao erro. Para a promotoria, a mulher sabia o que estava fazendo.

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