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Paulinha quer discutir impactos no litoral catarinense com a exploração de petróleo em audiência pública

Paulinha solicitou audiência Pública para discutir os impactos para o litoral catarinense da 17ª Rodada de Licitações de áreas marinhas para exploração de petróleo

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Divulgação

O resultado concreto da reunião online nesta segunda (12), com 30 representantes de governos municipais e estadual e de organizações da sociedade civil para debater os impactos que a extração de petróleo pode trazer à pesca e ao turismo em Santa Catarina , foi a confirmação de audiência pública na Alesc, solicitada pela deputada Paulinha.
A Comissão de Economia da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) vai convocar nos próximos dias uma audiência pública para discutir o que vai representar para o litoral catarinense a 17ª Rodada de Licitações de áreas marinhas para exploração de petróleo. A informação foi repassada pela parlamentar na reunião online convocada por ela em parceria com o Instituto Internacional Arayara e com o Observatório do Petróleo e Gás (OPG).

Coordenadora da Frente Parlamentar Ambientalista de Santa Catarina, a deputada Paulinha lançou a campanha #SOSLITORALSC. Para entender, o Governo Federal, por meio da Agência Nacional do Petróleo, irá realizar o 17º leilão de áreas para a exploração de petróleo. Dentre essas áreas estão todas as cidades litorâneas catarinenses.
“Nem consigo imaginar que daqui a cinco anos não teríamos mais a perca da tainha e passaríamos a ter a economia pesqueira e turística comprometida para sempre”, assustou-se a deputada. “Os possíveis impactos provocados são irreversíveis”, afirmou a deputada Paulinha, mencionando os dados levantados pelo Instituto Arayara.

“Pelo que já vimos do que aconteceu com a economia das cidades “petrolíferas” no Rio de Janeiro e o derrame de petróleo acontecido no nordeste brasileiro em 2019, quando as perdas econômicas dos estados impactados atingiram dezenas de bilhões de reais, podemos estimar que, em caso de desastre semelhante no litoral de Santa Catarina, até 700 mil empregos seriam atingidos”, projetou o engenheiro Juliano Bueno, presidente do Instituto Arayara.

Foram convidados os representantes políticos dos municípios, que serão impactados com o leilão, Araquari Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Balneário Barra do Sul, Balneário Camboriú, Balneário Gaivota, Balneário Piçarras, Barra Velha, Biguaçu, Bombinhas, Florianópolis, Garopaba, Garuva, Governador Celso Ramos, Içara, Imaruí, Imbituba, Itajaí, Itapema, Itapoá, Jaguaruna, Joinville, Laguna, Navegantes, Palhoça, Passo de Torres, Penha, Porto Belo, Santa Rosa do Sul, São Francisco do Sul, São João do Sul, São José, Sombrio e Tijucas.

Fonte: Clicsc

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